Expansão das matrículas, crescimento do EaD, novas regras do MEC e desafios como evasão e inadimplência mostram o cenário e as oportunidades para o ensino superior no Brasil.
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O Brasil alcançou em 2024 a marca recorde de mais de 10 milhões de matriculados no ensino superior, segundo o Censo da Educação Superior 2024, divulgado em setembro de 2025 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Em 1980, eram apenas 1,3 milhão de estudantes. O salto no acesso se deu a partir do início deste século e, nos últimos anos, foi impulsionado pelo ensino à distância. Do total de alunos, 8,1 milhões estão em organizações de ensino superior privadas. O país conta com 317 instituições públicas e 2.244 privadas, ainda que 56,3% das universidades sejam mantidas pelo Estado.
Na média nacional, 33% dos concluintes do ensino médio em 2023 se matricularam na educação superior em 2024, o que significa que um em cada três jovens que concluem a etapa básica ingressa no ensino superior no ano seguinte. Entre os alunos da rede privada, a taxa é superior: 60%.
Ampliar a parcela de brasileiros com acesso ao ensino superior não demanda, necessariamente, a criação de mais vagas: existem atualmente mais de 18,5 milhões em EaD e 5 milhões no presencial.
A desproporção entre procura e opções varia muito, de acordo com o curso: a taxa de ocupação das vagas novas ofertadas na rede privada em Medicina é de 92,3%. Em Direito, 52,3%. Administração, 37,4%. Química, 2,5%. A média nacional entre é de 23%, muito abaixo da rede pública, onde, em geral, 72,6% das vagas são ocupadas.
Há muito espaço para crescer, e oportunidades para ampliar a base de alunos, sem alterar radicalmente a estrutura atual - e tudo isso porque a opção à distância é facilmente escalável, além de democrática.
Em maio de 2025, após meses de discussão com os setores envolvidos, o governo federal lançou uma nova política para o EaD. Ela determina que nenhum curso de bacharelado, licenciatura e tecnologia poderá ser 100% a distância. Além disso, os cursos superiores de medicina, direito, odontologia, enfermagem e psicologia só poderão ser ofertados no formato presencial. O prazo para adaptação é de dois anos.
Dinâmico e em constante evolução, o setor acompanha as mudanças culturais e comportamentais dos últimos anos, enquanto lida com dificuldades que abrem portas a oportunidades relevantes.
Os ajustes estruturais implementados pelo MEC representam não apenas uma exigência regulatória, mas também a chance de extrair mais resultados das modalidades híbridas. Para os cursos que precisam ser inteiramente presenciais, o momento é de investir em infraestrutura para acolher os estudantes.
Além disso, áreas como a Medicina Veterinária e cursos voltados ao Agronegócio estão em alta. A oferta de Agronomia nas faculdades privadas cresceu 43,2% entre 2013 e 2023. Outro ponto crucial é o investimento em um portfólio de cursos de especialização, mantendo o estudante fiel à instituição após a graduação (Lifelong Learning).
Maior plataforma financeira e de gestão para a educação, o isaac atende a mais de 2.600 instituições de ensino parceiras. Proporciona previsibilidade financeira, com o depósito em dia de todas as mensalidades contratadas.
Assim, a faculdade conta com segurança para crescer e fazer planos de expansão. Além disso, na medida em que um parceiro responde pela negociação com os inadimplentes, os gestores podem focar na captação e retenção de alunos.
Desde o surgimento do isaac, em 2021, já foram garantidos às instituições de ensino um total de R$7 bilhões. As instituições parceiras registram um aumento médio de 9% no número de matriculados.
Cada instituição de ensino superior têm diferentes sonhos e objetivos. E o isaac responde com soluções que podem ser personalizadas de acordo com as necessidades de cada uma.
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