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Gestão

Como o atendimento das escolas pode garantir a satisfação das famílias?

Com pesquisas constantes, canais de contato bem definidos e um trabalho de escuta ativa, é possível melhorar o grau de fidelização, que se traduz em crescimento para a escola.

Publicado em
3/12/24
Atualizado em
4/12/24
08 min
💡 Dica: se a palavra estiver azul, ela é clicável e te leva ao link com mais detalhes!

A satisfação das famílias fortalece a fidelização de uma instituição de ensino. Assim, a taxa anual de evasão tende a diminuir, o que facilita o trabalho de atração de mais alunos, que por sua vez, leva ao crescimento consistente da escola. 

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Este ciclo virtuoso começa no atendimento das escolas, uma jornada em que cada etapa precisa ser planejada e conduzida com rigor e empatia. E produz resultados importantes para a longevidade da instituição.

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Os gestores escolares em geral concordam com todas essas afirmações. E realizam pesquisas de satisfação, geralmente uma vez ao ano, no primeiro semestre, com o objetivo de calibrar processos antes do início do esforço de matrículas e rematrículas. É quando geram informações, por exemplo, a respeito do NPS da escola.

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Mas é possível avançar levando o relacionamento com os responsáveis financeiros a um novo nível de excelência. Com práticas simples, que demandam ajustes na abordagem, as escolas conseguem elevar a experiência dos familiares, obtendo resultados diretos no curto, no médio e no longo prazo. Confira!

Aumento na concorrência

Como aponta Thiago Faria, fundador da Escola Cheia, uma consultoria de soluções dedicadas a impulsionar a gestão e aumentar o número de matrículas, o cenário atual é bastante desafiador. “Se olharmos para as projeções da pirâmide de faixa etária brasileira, percebemos que este setor vai se tornar cada vez mais competitivo”, aponta. 

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De fato, com o envelhecimento da população em curso, a participação dos menores de 14 anos segue em queda livre: os jovens eram 38,2% do total dos moradores do país em 1980, chegaram a 24,1% em 2010 e a 19,8% em 2022, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2050, serão apenas 15,4% da população.

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Há também um outro fator, diz Faria: “Também acontece um aumento do número de escolas particulares em algumas regiões do Brasil”. Com mais concorrência e menos alunos, crescer se torna ainda mais desafiador. E a excelência no atendimento é central para apoiar este momento. 

Usando o NPS para melhorar a retenção de alunos

Um dos recursos mais utilizados pelas escolas é a pesquisa NPS, ou Net Promoter Score. Ela consiste em apresentar uma pergunta simples: de 0 a 10, qual a chance de a pessoa recomendar a escola para amigos e familiares?

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Aquelas que respondem de 0 a 6 são consideradas detratoras, ou seja, estão insatisfeitas. Quem responde 7 e 8 está neutro, e os que apontam 9 ou 10 são os chamados promotores.

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“Do ponto de vista de retenção, os neutros são os mais perigosos, no sentido de que, dependendo de com quem interagem, podem migrar para os outros extremos”, aponta o fundador da Escola Cheia.

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Os promotores e os detratores também podem – e devem – ser alvo de ações de comunicação, diz ele, que recomenda que as escolas acrescentem uma segunda pergunta à pesquisa, sobre a intenção de manter o aluno na escola. 

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“Detratores que não pretendem manter os alunos também devem ser ouvidos, nem que seja para saírem da escola sem continuar falando mal dela. E existem os promotores que tampouco vão permanecer, como aqueles que vão mudar de cidade. São importantes, já que mantêm vínculos na cidade”.

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Assim, com apenas duas perguntas que podem ser respondidas rapidamente, é possível desenvolver uma série de estratégias e iniciativas focadas em cada perfil de família.

Estratégias para avaliar a satisfação

Existem outras formas de seguir avaliando a satisfação dos responsáveis financeiros. “Se você espera meses para perguntar sobre o desempenho da escola em datas comemorativas, como o Dia das Mães, a resposta não vai ser tão precisa quanto se você apresentar uma pesquisa rápida no próprio dia do evento”.

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O ideal, recomenda ele, seria que toda interação com a escola, inclusive as que envolvem problemas e dificuldades, fosse acompanhada por levantamentos curtos deste perfil. E, duas vezes por ano, é recomendável realizar levantamentos mais longos, de preferência um em abril e outro em agosto, para avaliar se as ações adotadas no primeiro semestre foram bem avaliadas.

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“É importante seguir três etapas: preparação prévia, foco em incentivos e engajamento e, por fim, comunicação e acompanhamento constante. Dessa forma, são alcançados os melhores resultados. Também é importante evitar pesquisas exaustivas, assim como repetir perguntas para as quais as respostas costumam ser majoritariamente favoráveis”.

Como utilizar os dados para melhorar o atendimento das escolas?

Todo esse trabalho de captação das impressões e opiniões dos familiares já representa uma forma de elevar a qualidade do atendimento, na medida em que o esforço deixa claro para as pessoas o que elas têm a dizer é importante para os gestores. 

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Tudo isso num contexto de demanda por atenção, já que, como lembra Thiago Faria, a decisão de matricular um filho, ou mudar de escola, envolve uma série de fatores, emocionais inclusive. “É importante acompanhar cada etapa, manter canais claros de comunicação abertos e respeitar o momento de cada família nessa jornada”.

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Este processo, diz ele, passa por quatro etapas:

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1. Adaptação: garantindo o envolvimento e o acolhimento às novas rotinas, às normas e até mesmo ao uso de aplicativos e sistemas da escola.

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2. Uso de dados: com informações didáticas e úteis para cada uma das dúvidas dos familiares, mesmo que elas tenham sido detalhadas em outros momentos.

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3. Engajamento: transforma o processo de adaptação em uma etapa de acolhimento a respeito de questões de fundo, como o projeto pedagógico.

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4. Ampliação do valor: aprofundando a noção do impacto positivo que a escola produz para os jovens e para seus familiares.

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O esforço é recompensador, aponta Faria. “Ter famílias satisfeitas significa assegurar resultados melhores, de maneira mais simples. No fundo, o negócio das escolas está baseado na fidelização, um processo que se apoia num atendimento dos mais qualificados”.

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O importante, finaliza, é saber lidar com as dificuldades que surgem no relacionamento com as famílias. “Uma escola nota 10 não é aquela que não tem problemas. É aquela que atende aos pais sempre que eles precisam, com transparência, deixando claro que a insatisfação gerou aprendizados que serão aplicados para os demais responsáveis financeiros”.

O isaac alcança 98% de satisfação ao apoiar na gestão escolar

Nas instituições de ensino, a satisfação dos clientes passa pela capacidade de gerenciar situações de possíveis dificuldades. E uma das principais é a inadimplência. Afinal, o relacionamento das famílias com as escolas tende a se manter por vários anos, idealmente, e dificuldades com pagamentos podem aparecer em algum momento.

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Mais de 2 mil escolas de todas as regiões do Brasil tomaram uma decisão que transformou a maneira como abordam esse ponto tão delicado: elas se tornaram parceiras do isaac, a maior plataforma de soluções financeiras feita para escolas.

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A partir do momento em que passam a interagir com a plataforma, os responsáveis financeiros começam a contar com suporte personalizado e a possibilidade de acessar um aplicativo, o meu isaac, que oferece a possibilidade de pagar as mensalidades com um clique e negociar valores com mais facilidade, sempre optando pela forma de pagamento mais adequada para cada momento.

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O atendimento é apoiado pela tecnologia de pagamentos, com foco em inteligência preditiva, que utiliza um modelo de ciência de dados que prevê quem deverá ficar inadimplente.

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Também permite utilizar uma régua de cobrança customizada, segundo o perfil de cada responsável financeiro, de forma a proporcionar uma abordagem personalizada. E ainda facilita a negociação ao longo do ano, evitando o acúmulo de dívidas no período de rematrícula. 

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O resultado é um índice de 98% de satisfação das famílias com o atendimento do issac e 30 a menos de famílias com pendências na rematrícula entre as escolas parceiras.

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