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Pedagógico

Como a escola pode auxiliar a saúde mental dos alunos

5 dicas que podem ajudar a sua escola a intensificar ações que promovam o bem-estar das crianças e adolescentes de forma acolhedora

Publicado em
25/10/22
Atualizado em
17/7/25
06 min
💡 Dica: se a palavra estiver azul, ela é clicável e te leva ao link com mais detalhes!

Desde a retomada das aulas presenciais, após o longo período de isolamento social devido à pandemia da Covid-19, aumentaram os casos de depressão e ansiedade nos alunos.

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O cenário, infelizmente, é desafiador e mostra que é urgente olhar com cuidado e atenção para a saúde mental nas escolas. Focar em projetos que melhorem o bem-estar dos estudantes é fundamental neste momento, gestor.

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Diante disso tudo, é papel da gestão escolar proporcionar um equilíbrio nas questões emocionais das crianças e dos adolescentes para que eles se sintam acolhidos no ambiente escolar.

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E isso pode fazer a diferença no processo de ensino e aprendizagem, contribuindo para evitar a evasão escolar e aumentando a retenção. Afinal, quando os estudantes se sentem seguros, consequentemente a família também fica mais confiante.

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Para ajudar você, gestor, a pensar em ações que impulsionam a saúde mental na Educação, preparamos algumas sugestões inspiradoras.

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Esperamos que essas ideias podem contribuir com o desenvolvimento físico, psíquico e social dos seus alunos, agradando toda a comunidade escolar e ajudando a sua instituição a se destacar da concorrência. Inspire-se!

5 ideias para debater a saúde mental nas escolas

Mostre que há maneiras para lidar com esses transtornos e que ninguém precisa sofrer sozinho. É uma boa oportunidade para falar com as crianças e os adolescentes sobre como o período do isolamento social afetou a saúde mental, deixando muitas pessoas deprimidas e ansiosas. E que elas não foram as únicas afetadas.

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Confira as 5 dicas que preparamos para que você, gestor, possa colocar em prática na sua escola.

1. Dê uma força na autoestima

Como todos nós sabemos, a pandemia provocou uma grande defasagem escolar. São muitos os alunos que não conseguiram um bom desempenho durante o ensino remoto.

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Agora, com as aulas presenciais, as diferenças na assimilação do conteúdo ficaram mais evidentes, o que pode afetar a autoestima daqueles que não se saíram tão bem assim durante as aulas remotas.

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Apesar de ser grande o desejo de que todos os alunos evoluam no processo de ensino e aprendizado, o que os educadores devem saber é que o momento pede um pouco mais de cautela.

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Essa lacuna no ensino pode afetar demais a autoestima de muitos estudantes e isso pode impactar ainda mais a saúde mental. Dessa forma, pode ser bastante valioso valorizar esses alunos.

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Percebeu que aquela criança que não está indo bem em matemática gosta de música? Planeje alguma atividade para que ela tenha a oportunidade de compartilhar essa habilidade em sala de aula.

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E lembre-se que recuperar o aprendizado dos alunos no pós-pandemia, muitas vezes pode significar proporcionar um ambiente escolar ainda mais acolhedor.

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2. A escola é lugar da empatia

A pandemia mostrou, com bastante força, que a saúde mental na escola precisa ser encarada com seriedade, sensibilidade e atenção, não é mesmo?

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Crianças e adolescentes estão sofrendo e os motivos dessas dores jamais devem ser desconsiderados pelos gestores e educadores.

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Pelo contrário. É preciso que todo colaborador seja empático, tornando a escola um ambiente acolhedor, confortável e seguro. Os alunos precisam sentir-se à vontade para demonstrar seus sentimentos e fragilidades.

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É na gentileza do dia a dia, na conversa acolhedora e na escuta ativa que sua instituição de ensino vai se fortalecendo cada vez mais, conquistando os alunos e suas famílias e, dessa forma, alcançando bons resultados na captação e retenção de alunos.

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São detalhes que fazem a diferença. Por isso, não poupe esforços em manter esse cuidado alinhado com sua equipe e, sempre que necessário, invista em capacitações, cursos e palestras.

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3. Atue na prevenção

Falar sobre depressão e ansiedade na infância e na adolescência, certamente, não é o assunto preferido de nenhuma instituição de ensino. Mas fingir que esses transtornos mentais, como são chamados pelos especialistas, não estão acontecendo, certamente não é a melhor escolha.

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Mais do que nunca, conversar, debater e ensinar sobre a saúde mental é um dos grandes desafios da atualidade na Educação. Isso não significa que é preciso abordar o assunto de maneira triste e melancólica.

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Para as crianças menores, da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, por exemplo, peças teatrais, atividades com músicas e contação de histórias podem ser boas alternativas para falar sobre a temática.

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Com os estudantes mais velhos, do Fundamental e do Novo Ensino Médio, é possível pensar em oficinas, palestras e rodas de conversas. Aqui, o mais importante é ter a clareza de que o acesso à informação é fundamental e que pode, inclusive, salvar vidas!

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4. Desenvolva as habilidades socioemocionais

A própria BNCC – Base Nacional Curricular Comum estabelece que todas as instituições de ensino devem desenvolver as competências socioemocionais.

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Uma maneira bem interessante de fazer isso é por meio de projetos literários, que possibilitam aprofundar sobre os sentimentos, estimulam a empatia e possibilitam inúmeras reflexões individuais e coletivas.

 

Fale com as famílias sobre saúde mental na escola

Debater sobre saúde mental nas escolas também é um convite para se aproximar dos responsáveis pelos alunos. Assim como para os estudantes, os tempos foram difíceis também para as famílias, que precisam ser acolhidas pelas instituições de ensino.

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Vale a pena lembrar que os responsáveis pelos alunos também têm um grande impacto no desempenho escolar.

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Aproveite para, mais uma vez, atuar na prevenção. Pode ser bem importante agendar uma reunião de pais e conversar com essas famílias sobre os principais sintomas de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes.

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É preciso que escola e familiares caminhem juntos, lado a lado, para cuidar da saúde mental dos estudantes. E há alguns sinais que educadores, mães, pais e cuidadores devem ficar atentos. São eles:

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  • Falta de autoestima: criança e/ou adolescente que se sente incapaz, precisa de um olhar mais atento dos seus responsáveis

  • Sonolência frequente: seja em casa ou na escola, o excesso de sono pode indicar algum problema emocional

  • Preferência por ficar isolado: ao perceber que o aluno evita o contato com outras crianças ou até mesmo com professores e outros adultos, pode ser a hora de buscar ajuda profissional

  • Muita ansiedade: ao notar que a ansiedade está exagerada, atrapalhando na concentração, tirando ou aumentando o apetite ou prejudicando o sono, talvez seja um sinal de que a saúde mental esteja afetada
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Se preciso, peça ajuda de profissionais especializados

É preciso deixar claro que saúde mental na escola não significa, necessariamente, que gestores, mantenedores e educadores têm de resolver sozinhos todas as questões emocionais dos estudantes.

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Está tudo bem contar com ajuda especializada ou orientar as famílias para buscarem apoio profissional para lidar de maneira mais adequada ainda com os fatores psicológicos.

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Se você, gestor, mantém esse olhar atento, identificando o aluno que precisa de encaminhamento e debatendo sobre o tema em sala de aula, saiba que você está cumprindo muito bem o seu papel!

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10 de outubro: Dia Mundial da Saúde Mental

Em 1992, a data 10 de outubro passou a ser considerada como o Dia Mundial da Saúde Mental. E, 30 anos de ter sido instituída pela Federação Mundial de Saúde Mental, promover reflexões sobre esse assunto, passou a ser ainda mais importante, principalmente no ambiente educacional.

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Que tal aproveitar essa data para conversar com os alunos sobre a importância da data? Não há dúvidas que abordar esse dia em específico na escola é super importante e que a Educação tem um papel fundamental para contribuir com o bem-estar dos estudantes.

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isaac indica

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